quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

ACIDENTE QUE PARALISOU A BR 381 NA MADRUGADA DE TERÇA DIA 24/01, DEIXA LIÇÕES.

Acidente na madrugada desta terça feira dia 24/01 com caminhão carregado de bois provocou um engarrafamento gigante que paralisou uma das maiores rodovias do país, a BR 381/sul. Teria sido apenas mais um dos muitos acidentes costumeiros neste trecho urbano da BR-381, (KM 487) não fosse o fato de a carga ser viva e ter espalhado pelo asfalto, fechando a rodovia por mais de 13 horas. A ação de desobstrução da via revelou mais uma vez, a falta de articulação entre as  autoridades de transito e a concessionária responsável pela gestão da Fernão Dias. Batendo cabeça e impedindo o direito de ir e vir de centenas de milhares de pessoas foi um festival de amadorismo e um teste de paciência para os que ficaram presos por mais de meio dia.  O certo seria, concessionária, PRF, DNIT, PMMG, Corpo de Bombeiro e todos os órgãos de defesa envolvidos, trabalharem sincronizados, sob o comando de um GABINETE DE CRISES DA RMBH. Acidentes como esses acontecem diariamente e não deveriam ser motivo para tanta improvisação. Para a sorte de quem passava no local e teve que esperar, os bichos eram bois e não leões ou cachorros rottweilers. Não é a primeira e não será a ultima vez que um COMITÊ DE CRISES DA RMBH, treinado para dar respostas rápidas a eventos fortuitos, fez falta. Em países civilizados, há manuais e procedimentos que permitem aos agentes públicos e privados agirem a tempo e a hora, de forma eficiente e competente. Embora a rodovia tenha sido privatizada, cabendo ao concessionário tomar medidas para desobstrução da via, com segurança para usuários e  acidentados, o governo através dos órgãos responsáveis, já mencionados, deveria ter agido. Mas nada disso aconteceu. Tomara que o exemplo e às 13 horas de fechamento que certamente geraram prejuízos incalculáveis para milhares de pessoas tenha servido para alguma coisa. Dizem que filho feio não tem pai. Quem será, neste caso, o pai do filho feio que expôs a fragilidade do estado e dos agentes de defesa? A quem devemos imputar e cobrar os prejuízos causados por mais esse vexame?


José Aparecido Ribeiro

Consultor em Assuntos Urbanos

Membro da CTT/SME (Sociedade Mineira de Engenheiros)

Diretor da ACMinas

Presidente da ONG SOS Rodovias Federais

31-99953-7945 - CRA MG 08.0094/D

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A culpa não é da incompetência de quem nos governa, mas dos bois que não morreram no acidente.

Um acidente na madrugada desta terça feira dia 24/01 com um caminhão carregado de bois provocou um engarrafamento gigante que paralisou uma das maiores rodovias do país, a BR 381/sul. Teria sido apenas mais um dos muitos acidentes costumeiros neste trecho urbano da BR-381, (KM 487) não fosse o fato de a carga ser viva e ter espalhado pelo asfalto, fechando a rodovia por mais de 13 horas, com reflexos em Betim, Contagem, BH e cidades próximas. Foram 3 bois mortos, e cerca de 10 feridos. A morte antecipada dos bois serviu para revelar o nível de improviso das autoridades que cuidam das rodovias que atravessam a RMBH.

A ação de resgate dos bois vivos que corriam prá lá e prá cá, antes do sacrifício, em algum matadouro nas cercanias, possivelmente no mesmo dia para alimentar centenas de pessoas, mostra mais uma vez, a falta de articulação entre as  autoridades de transito e a concessionária responsável pela gestão da rodovia. Batendo cabeça e impedindo o direito de ir e vir de centenas de milhares de pessoas foi um festival de amadorismo e um teste de paciência para os que ficaram presos no transito parado por horas.

O certo seria concessionária, PRF, Prefeitura de Betim, DNIT, PMMG, Corpo de Bombeiro e todos os órgãos de defesa envolvidos, trabalharem sincronizados, sob o comando de um GABINETE DE CRISES DA RMBH. Acidentes como esses acontecem diariamente e não deveriam ser motivo para tanta improvisação. Para a sorte de quem passava no local e ficou preso, ou correndo dos animais que se soltaram da carroceria estendida no asfalto, o bichos eram bois e não leões ou cachorros rottweilers.

Fato é que ficou comprovado mais uma vez que os riscos de acidentes com cargas perigosas existem diariamente e que nossas autoridades não estão preparadas para lidar com situações semelhantes. Não é a primeira e não será a ultima vez que um COMITÊ DE CRISES DA RMBH, treinado para lidar com eventos que exigem resposta rápida, fez falta. O amadorismo foi explicito, faltou coordenação e até autoridade da PM, Guarda Municipal, e PRF para impedir saques ao que restou da carga morta no acidente.

Em países civilizados, há manuais e procedimentos que permitem aos agentes públicos e privados agirem com rapidez e eficiência em acidentes semelhantes. Embora a rodovia tenha sido privatizada, cabendo ao concessionário tomar medidas para desobstrução da via, com segurança de usuários e dos acidentados, o governo deveria ter agido por  meio dos seus representantes e órgãos de defesa. Mas nada disso aconteceu.

Tomara que o exemplo e as 13 horas de fechamento que certamente geraram prejuízos incalculáveis para milhares de pessoas tenha servido para alguma coisa. Dizem que filho feio não tem pai. Quem será, neste caso o filho feio que expôs a fragilidade do estado de e dos agentes responsáveis pela segurança das rodovias que atravessam a RMBH? A quem devemos imputar e cobrar os prejuízos causados por mais esse vexame?


José Aparecido Ribeiro

Consultor em Assuntos Urbanos

Presidente da ONG SOS Rodovias Federais

31-99953-7945 – CRA MG 0094/D                                                                                       

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A ENGENHARIA DIVORCIOU-SE DE BH, IRONICAMENTE POR CULPA DE ALGUNS ENGENHEIROS.

BH divorciou-se da boa engenharia. E isso não aconteceu da noite para o dia, foi um processo longo, que atravessou governos, independente de partidos. Por décadas, políticos e governantes não se preocuparam com a origem dos técnicos que pensavam a cidade, suas ideologias e a fonte de conhecimento usada para a formação da massa crítica que tem a missão de intervir no tecido urbano. Existe em BH um grupo de pensadores que não consideram a cidade como ela é, mas como ela deveria ser. Em uníssono, eles repetem: "A cidade é para as pessoas".  Afirmam categoricamente que obras não resolvem o caos do transito. Sobre a primeira afirmação, um hino dos xiitas, de fato eles tem razão, "a cidade é para as pessoas", as que estão a pé, as que se deslocam de BRT, uma minoria que usa bikes e as que optaram pelo carro como meio de transporte. No entanto, esses últimos representam 1,8 milhões de indivíduos que fizeram a opção pelo transporte individual, ou ¾ da população. Já a segunda afirmativa defendida em coro pela "turma do deixa disso", de que obras não resolvem o problema da lentidão do trafego e a falta de fluidez que adoece milhares de pessoas vítimas do estresse provocado pelo caos no transito, é importante lembrar que BH ficou praticamente 40 anos sem grandes intervenções de engenharia. E que, portanto, não se deve falar em obras para o futuro, mas do passivo que a cidade vem acumulando ha décadas, muito em função da tese de que elas não resolvem. Se não resolvem, o que resolverá? Túneis, trincheiras, viadutos, elevados, passarelas, alargamento de pistas, e toda sorte de obras de arte da engenharia que não podem mais esperar mudança de paradigma e boa fé de quem pensa a cidade não é sonho, é a solução. Os remédios apresentados pelos gestores da cidade, neste ato representada pela SUDECAP e BH Trans, só servem para adiar e encarecer o que terá que ser feito, mais cedo ou mais tarde. Calcados em discursos ensaiados e politicamente corretos, mas inaplicáveis a realidade de BH, eles seguem desconsiderando a realidade, tomando como base para justificar a desordem aquilo que deveria ser no entendimento deles, e não o mundo real como ele se apresenta. A pseudociência do planejamento urbano belo-horizontino e seus 'cumpanheiros',"xiitas da imobilidade urbana", não conseguem se afastar do conforto ilusório das vontades, das superstições, do simplismo e dos símbolos (aparentemente modernos) e ainda não se lançaram na aventura de investigar o mundo real que nos cerca. Sonham com uma BH em território europeu, longe do Brasil. A aparecia das coisas e o modo como funcionam estão inseparavelmente unidos, e muito mais nas cidades do que em qualquer outro lugar. Porém, quem está interessado apenas em como uma cidade "deveria" parecer e desinteressado de como ela funciona na prática, ficará desapontado com os resultados. BH é a prova inequívoca disso. É tolice planejar a aparência de uma cidade sem saber que tipo de ordem inata e funcional ela possui. Encarar a aparência como objetivo primordial ou como preocupação central não leva a nada, a não ser a mais problemas. E esse é o "X"'da questão, os pensadores, donos da caneta não enxergam BH. Chegue aí na sua janela e conte quantos indivíduos estão a pé, de bicicleta e de ônibus? Agora conte quantos estão de carro? Não adianta enfiar transporte público goela abaixo do povo que deseja deslocar se de carro. Os engenheiros e urbanistas que tentam exorcizar o carro esquecem que eles não são conduzidos por et's, mas por pessoas que fizeram escolhas e que elas precisam ser respeitadas. Varrer o "diabo" do carro para debaixo do tapete com medidas restritivas não é resposta para o problema. Ir e vir, da forma que quiser é direito inalienável que a "santa" democracia garante a todos. Engenheiros e gestores competentes não legislam causa própria, apresentam soluções de transporte público, para quem deseja transporte público; e fluidez para quem não usa e jamais usará ônibus, metro ou bicicleta. Apresentar como remédio, o estreitamento de vias, a instalação de radares, medidas veladas de alargamento de passeios, ciclovias inúteis, sinais em cada esquina e conversa politicamente correta é sinal de que estão afastados da realidade.


José Aparecido Ribeiro

Consultor em Assuntos Urbanos

Membro da CTT/SME

Diretor da ACMinas

Autor do Blog SOS Mobilidade Urbana

CRA MG 08.00094/D

31-99953-7945

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

I-MOBILIDADE URBANA - RETRATO DE BH

O caos no transito de Belo Horizonte aumenta dia após dia, exigindo paciência e muito esforço de quem desloca pelas ruas para não adoecer com o estresse provocado pela lentidão.  A verdade é que não se vê mobilidade, mas i-mobilidade urbana. O tema exige atenção e urgência, pois afeta a vida de milhões de pessoas, seja no transporte coletivo, assim como no transporte individual. No momento em que se busca fluidez em tudo, em especial no trânsito, que é algo primário em qualquer cidade civilizada do mundo, assistimos BH padecer na lentidão do trânsito propositadamente. Explico: Não existe uma única via na Capital cujos sinais estejam sincronizados.Todas as vias, sem exceções, estão com seus semáforos fora de sincronia. O que traduzido significa: mais gasto de combustíveis, tempo desperdiçado, desrespeito ao cidadão, poluição que poderia ser evitada, e risco de acidentes por colisões traseiras. Vale lembrar ainda dos riscos de acidentes graves que podem ser provocados pelos imprudentes que no afã de tentar ganhar tempo, acabam provocando acidentes e atropelamentos. O estresse que a falta de sincronia semafórica provoca deveria ser o suficiente para o tema receber atenção das autoridades. Mas elas seguem cegas, surdas e mudas, estreitando vias, alagando passeios, instalando sinais, radares, detectores de avanço e ignorando o carro. Incompreensivelmente esperando que motoristas virem passageiros do BRT, ciclistas ou pedestres, mesmo que as distancias a deslocar, e a falta de transporte publico decente não lhes permita abrir mão do carro. Se não fosse trágico, seria cômico tamanha ingenuidade ou quem sabe, maldade. É inacreditável a que ponto chegou o desmazelo explícito da BH Trans, da SUDECAP e da PBH com o trânsito e a mobilidade urbana de Belo Horizonte. 

Inexplicavelmente o compromisso deles com a fluidez e com quem usa carro é zero. Chego a pensar que os xiitas e a turma do "deixa disso", os que são avessos à boa engenharia, odeiam carro, embora no exercício das suas profissões eles não possam ter preconceitos, devendo apresentar soluções e não imposições de gostos ideologias ou gêneros. Eles insistem em tentar enfiar transporte publico goela abaixo da população, mesmo a população mostrando que não é esse o caminho que ela deseja para a mobilidade. BH não fica na Europa, BH fica no Brasil. Alguém precisa comunicar isso a BH Trans, a SUDECAP, a imprensa menos avisada e ao Prefeito. Habilita-se?

 

José Aparecido Ribeiro

Consultor em Assuntos Urbanos

Membro da CTT/SME – Autor do Blog SOS Mobilidade Urbana

CRA – MG 08.00094/D - 31-99953-7945

 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

SINAIS EM ONDA VERMELHA NAS RUAS DE BH NÃO SÃO POR ACASO.

Se ao deslocar pelas ruas de Bel Horizonte você tem a sensação de que os sinais vermelhos estão no seu caminho te perseguindo, não se assuste, não é paranoia sua e nem mania de perseguição. Acredite, é proposital e tem gente por trás fazendo isso, não é obra do acaso. A ordem é segurar o tráfego e não permitir a fluidez. Tudo em nome do pedestre e da sua segurança... Bonito e politicamente correto, já que o "bacana" é repetir: "A cidade é para as pessoas, e não para os carros". Será? Na prática, acredite a onda vermelha vale para onde não há nem vestígio de pedestres também, como na maioria dos grandes corredores que atravessam Belo Horizonte. Encontrar uma via com sincronia de sinais, do inicio ao fim é tarefa que pode ser contabilizada nos dedos de uma mão. Um olhar atento mostra que a sequencia de 3 sinais verdes e um vermelho é quase uma regra. Embora ninguém seja a favor dos apressadinhos, o correto seria uma onda verde que privilegiasse a fluidez, se a velocidade de 60km/hs for respeitada. Mas nem a 60km/hs, em corredores que poderiam ser 70km/hs, sem prejuízos para a vida, tem sido suficiente para deslocar livre com um mínimo de previsibilidade e fluidez por BH. Não por acaso, repare, nos locais onde o vermelho é o tempo da vez, os detectores de avanço estão lá, firmes, misturados à parafernália de instrumentos que fazem parte do arcabouço arrecadatório do gestor do transito, funcionando a todo vapor, como maquininhas caça níqueis. Á titulo de exemplo, a Av. Amazonas, que começa na Praça da Estação, no Centro de BH, e termina no Anel Rodoviário, em Contagem, pasmem, tem 43 sinais de trânsito, ainda. Fiz o trajeto em horários alternados e em todos eles, parei mais de 20 vezes. Ou seja, mais de 50% do tempo de deslocamento, o veículo está parado, em uma sequencia de onda vermelha desnecessária, absurda, queimando combustível, tempo e correndo riscos de perder compromissos, como se o correto fosse enxergar a cidade em câmera lenta. (É assim que a turma do "deixa disso" enxerga BH). Se a falta de sincronia dos sinais de uma determinada rua ou avenida fosse em detrimento da sincronia de outra via que cruza, seria razoável e aceitável. Porém o que se vê na prática não é isso. Podemos contar nos dedos os corredores que funcionam em onda verde. A título de exemplo, a Rua Paracatú, que recebe e distribui todo o fluxo procedente do Complexo da Lagoinha, passando por dentro do Barro Preto, até a Av. Barbacena, para quem segue em direção a Av. Amazonas, Raja Gabaglia, passando pela Assembleia, ou mesmo no sentido Savassi e Zona Sul, é a única sequencia de sinais que funcionam em onda verde na Capital. Deveria ser exemplo para todos os outros corredores importantes da cidade, cuja tarefa é dar vazão ao trafego com um mínimo de fluidez. Com efeito, o gestor do transito não se contenta em estreitar vias, manter piso em estado lastimável, instalar sinais, radares, detectores de avanço e invasão de faixas, eles seguem perseguindo e dificultando a vida de quem tem carro, numa demonstração inequívoca da sua ineficiência e monumental dificuldade de interpretar o que deseja a população. Lembro ainda que carros não são conduzidos por ET´s e nem tampouco existem por capricho, são necessários, são meio de transporte que precisam de ruas livres. Não adianta tentar enfiar transporte coletivo goela abaixo da população que deseja deslocar-se de carro. Aqui não é EUROPA, AQUI É BH. Melhor seria encarar a realidade e fazer as obras que a cidade necessita urgente e que já deveriam ter sido feitas há 40 anos.

José Aparecido Ribeiro
Consultor em Assuntos Urbanos
Autor do BLOG SOS Mobilidade Urbana
31-99953-7945 / CRA – MG 08.00094/D

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O NOVO PRESIDENTE DA BH TRANS FOI INDICADO. NOVO?

O Prefeito eleito Alexandre Kalil prometeu abrir a caixa preta da BH Trans. Não só a caixa preta permanecerá fechada, como a chave foi jogada em um rio de água corrente e caudaloso... E até tentaram dar um destaque no currículo do novo presidente da BH Trans, que de novo não tem nada, desvinculando a sua imagem da atual gestão e conectando-o ao mundo acadêmico, como se isso garantisse visão progressista. Máxima vênia, de progressista ele não tem absolutamente nada.  Foi o responsável por todas as tentativas desastrosas da BH Trans de melhorar a mobilidade urbana em Belo Horizonte nos 8 anos de governo Marcio Lacerda, em vão, pois o caos reina absoluto com a falta de fluidez. Do edital de licitação para o transporte coletivo, feito em 2008, passando pelas políticas de radares, represamento de vias, detectores de avanço, mob-centro, exorcização do carro, implantação do BRT/MOVE, e sumiço dos agentes de transito das ruas, o "novo" esteve envolvido em tudo que diz respeito ao planejamento do trânsito de BH. Garantia inconteste de que a situação desesperadora da imobilidade urbana permanecerá a mesma. Se não fez como diretor de planejamento, por que fará como presidente? Na verdade trata-se de mais um "cumpanheiro" das "fileiras" do partido, mostrando que, entra governo, sai governo, a turma do Carlão e do Mendanha, (leia se PT), segue dando as cartas e conduzindo a mobilidade urbana para o abismo. Atravessar BH virou um martírio, basta ver o dia a dia da nossa cidade. Para quem não sabe, eles odeiam carro, embora usem carros para chegar a BH Trans no bairro Buritis, onde fica a sede da empresa e o centro de operações da PBH, revelando seu próprio tamanho.  Um verdadeiro desastre que só quem sabe são os moradores do Buritis, Palmeiras, Estrela Dalva e os motoristas que usam as Avenidas Raja Gabáglia e Barão Homem de Melo. O "novo" é da turma que treme quando se fala em obras. A cidade possui mais de 150 gargalos de transito que esperam por obras de arte da engenharia. Vou além, se mudar uma vírgula do que está aí, mudo de nome, passo a chamar Maria, ao invés de José. Serão mais 4 anos de medidas restritivas, mediocridade, puxadinhos, ciclovias inúteis, falta de fluidez, mesmice e perseguição aos "coxinhas" que andam de carro (isso mesmo, vc que anda de carro é coxinha para eles) pois deveria usar o BRT. Carro é coisa fora de moda, lá na Europa e aqui em BH. Cidadão de verdade anda de ônibus, tá escrito lá, no plano de mobilidade feito pelo missivista, endossado pelos "cumpanheiros" do Observatório da Mobilidade, que ele ajudou a fundar, para ratificar as peripécias da empresa que agora irá comandar. Na filosofia de quem planeja o trânsito desde 1991, o carro precisa sair de cena, custe o que custar. Estreitar vias, instalar sinais, radares, onda vermelha, manter cruzamentos, alargar passeios, na visão deles, desestimula o uso do carro. Lembro que a cidade tem uma frota que em breve ultrapassará a marca de 2 milhões de veículos, e um passivo de 40 anos sem obras significativas. Com efeito, no quesito mobilidade, Kalil acaba de mostrar a que veio. Máxima vênia ao "cumpanheiro" Paulo Lamac, a escolha sem duvida é da cota dele, não fica dúvidas sobre o critério utilizado...

Caríssimos Cidadãos de BH, se tudo correr bem, respeitando os mais velhos e as donzelas, para não dizer FODIDOS estamos todos lascados. BH vai parar mais rápido do que se imagina. Quem viver verá!

Um feliz engarrafamento pra vc em 2017!

José Aparecido Ribeiro 

Consultor em Assuntos Urbanos 

Autor do Blog SOS MOBILIDADE URBANA 

CRA MG 08.0094/D – 31-99953-7945

O Prefeito eleito Alexandre Kalil prometeu abrir a caixa preta da BH Trans. Não só a caixa preta permanecerá fechada, como a chave foi jogada em um rio de água corrente e caudaloso... E até tentaram dar um destaque no currículo do novo presidente da BH Trans, que de novo não tem nada, desvinculando a sua imagem da atual gestão e conectando-o ao mundo acadêmico, como se isso garantisse visão progressista. Máxima vênia, de progressista ele não tem absolutamente nada.  Foi o responsável por todas as tentativas desastrosas da BH Trans de melhorar a mobilidade urbana em Belo Horizonte nos 8 anos de governo Marcio Lacerda, em vão, pois o caos reina absoluto com a falta de fluidez. Do edital de licitação para o transporte coletivo, feito em 2008, passando pelas políticas de radares, represamento de vias, detectores de avanço, mob-centro, exorcização do carro, implantação do BRT/MOVE, e sumiço dos agentes de transito das ruas, o "novo" esteve envolvido em tudo que diz respeito ao planejamento do trânsito de BH. Garantia inconteste de que a situação desesperadora da imobilidade urbana permanecerá a mesma. Se não fez como diretor de planejamento, por que fará como presidente? Na verdade trata-se de mais um "cumpanheiro" das "fileiras" do partido, mostrando que, entra governo, sai governo, a turma do Carlão e do Mendanha, (leia se PT), segue dando as cartas e conduzindo a mobilidade urbana para o abismo. Atravessar BH virou um martírio, basta ver o dia a dia da nossa cidade. Para quem não sabe, eles odeiam carro, embora usem carros para chegar a BH Trans no bairro Buritis, onde fica a sede da empresa e o centro de operações da PBH, revelando seu próprio tamanho.  Um verdadeiro desastre que só quem sabe são os moradores do Buritis, Palmeiras, Estrela Dalva e os motoristas que usam as Avenidas Raja Gabáglia e Barão Homem de Melo. O "novo" é da turma que treme quando se fala em obras. A cidade possui mais de 150 gargalos de transito que esperam por obras de arte da engenharia. Vou além, se mudar uma vírgula do que está aí, mudo de nome, passo a chamar Maria, ao invés de José. Serão mais 4 anos de medidas restritivas, mediocridade, puxadinhos, ciclovias inúteis, falta de fluidez, mesmice e perseguição aos "coxinhas" que andam de carro (isso mesmo, vc que anda de carro é coxinha para eles) pois deveria usar o BRT. Carro é coisa fora de moda, lá na Europa e aqui em BH. Cidadão de verdade anda de ônibus, tá escrito lá, no plano de mobilidade feito pelo missivista, endossado pelos "cumpanheiros" do Observatório da Mobilidade, que ele ajudou a fundar, para ratificar as peripécias da empresa que agora irá comandar. Na filosofia de quem planeja o trânsito desde 1991, o carro precisa sair de cena, custe o que custar. Estreitar vias, instalar sinais, radares, onda vermelha, manter cruzamentos, alargar passeios, na visão deles, desestimula o uso do carro. Lembro que a cidade tem uma frota que em breve ultrapassará a marca de 2 milhões de veículos, e um passivo de 40 anos sem obras significativas. Com efeito, no quesito mobilidade, Kalil acaba de mostrar a que veio. Máxima vênia ao "cumpanheiro" Paulo Lamac, a escolha sem duvida é da cota dele, não fica dúvidas sobre o critério utilizado...

Caríssimos Cidadãos de BH, se tudo correr bem, respeitando os mais velhos, para não dizer FODIDOS estamos todos lascados. BH vai parar mais rápido do que se imagina.

Um feliz engarrafamento pra vc em 2017!

José Aparecido Ribeiro 

Consultor em Assuntos Urbanos 

Autor do Blog SOS MOBILIDADE URBANA 

CRA MG 08.0094/D – 31-99953-7945